sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Abertura de Turma

Pessoal que repetiu cálculo I e não conseguiu vaga na nova turma, e não teve o requerimento para abertura de vaga aceito. A professora Cristiane vai abrir uma nova turma especial para essa galera, as aulas serão quarta as 21:00 e quinta às 19:00. Para se matricular, o aluno tem de ir no ICSA (de preferência na terça) e conversar com a Marli, há vagas para todos!

Ps: Favor passar essa mensagem para todos que precisam!

Especial: Por que recomendar o curso de Economia

"Entendo que um curso de Economia com boa base conceitual e alta praticidade poderá contribuir para uma jovem força empreendedora, estimulando o surgimento de empreendimentos saudáveis e com muita chance de sucesso".

(Humberto Dalsasso, economista catarinense, consultor de alta gestão e colunista do site do COFECON)

"Porque é um curso que prepara o jovem para o mundo globalizado. O referido curso forma e capacita tecnicamente o jovem para pensar e agir diante das questões econômicas para melhorar ou resolver os problemas sociais".
(José Carlos Oliveira de Souza, presidente do CORECON-SE)

"É uma profissão que permite você conhecer e opinar em todos as demais profissões, pois em qualquer negócio se busca a obtenção de viabilidade econômica e, por consequência, o lucro. Para isso é importante a produção de diagnósticos - que são a tradução dos entraves e das dificuldades que se vive em determinado momento, permitindo que você explicite alternativas de sobrevivência e de progresso das gestões, sejam elas públicas ou privadas, e da sociedade civil organizada".
(Wilson Roberto Villas Boas Antunes, conselheiro federal paulista)

"Porque considero ser o único curso que congrega as principais habilidades para entender como o mundo funciona e poder interferir nesse funcionamento de forma decisiva. Isso significa que o economista possui um amplo campo de atuação, pois ele é capaz de compreender rapidamente a dinâmica do nosso mundo em suas diversas faces e propor soluções adequadas mais rápido do que outros profissionais".
(Marcos Adolfo Ribeiro Ferrari, presidente do CORECON-ES)

"Recomendaria o curso porque é o que oferece a maior gama de conhecimento e dá a firmeza para atuar profissionalmente nas diversas possibilidades que o mercado de trabalho oferece".
(Claudiney Henrique Leal da Cunha, consultor, docente, presidente do CORECON-TO)

"Eu recomendo o curso de Economia aos jovens porque é um curso apaixonante. Você aprende a ver a realidade de forma global, é como se sua mente se abrisse para uma vastidão de conhecimentos. Na verdade é isso que acontece: você tem acesso a uma vastidão de conhecimentos".
(Rosa de Fátima Almeida de Oliveira, presidente do CORECON-GO)

"Porque é um curso que permite ao jovem ampliar a sua visão da transformação pela qual a humanidade passou, ao longo dos tempos. Além disso, lhe possibilita saber como são produzidas e distribuídas as riquezas; qual é a importância da moeda hoje e porque tem de se planejar o presente e o futuro. E, acima de tudo, lhe desperta a consciência de que podemos ter todas as atividades econômicas, mas sem destruir o planeta".
(Wilson Benício Siqueira, professor, presidente do CORECON-MG)

"O curso de economia é um curso que dá uma formação tão ampla e sólida que o habilita a exercer diferentes ocupações. Hoje a demanda do mercado é por profissionais com este tipo de formação: apesar de parecer contraditório, é um especialista generalizante. O economista tem uma formação específica muito sólida, mas ele tem um conhecimento geral muito amplo, ao contrário de outras profissões que são ou generalistas ou especialistas. O curso de economia forma um profissional que tem esta complementaridade".
(Luiz Alberto Machado, vice-diretor da Faculdade de Economia da FAAP, em São Paulo, ex-conselheiro federal)

Fonte: http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1840&Itemid=1

Artigo: O Economista é insubstituível

Por Everaldo Leite

O economista precisa ser um estrangeiro olhando para o seu próprio país, cada vez que necessita analisar friamente a conjuntura nacional ou determinados fenômenos em um específico setor. O economista, portanto, deve ser um consultor pragmático de feições gélidas, apontando, às vezes, saídas impopulares. Talvez por isso, por uma questão de aparência e não de essência, seja o mais incompreendido dos profissionais e muitas vezes, seja apontado como “maldito” pela sociedade, por empresários e por muitos políticos. Para eles, o economista é um chato.

O economista já foi acusado de dar seis soluções distintas para um mesmo problema, sendo que cada uma levaria a seis efeitos diretos diferentes, e outros seis colaterais. Já foi acusado, também, por Thomas Carlyle, de ser o arauto de uma ciência sombria, pois está sempre envolvido em assuntos funestos, e é mesmo fácil ligar a sua figura a coisas negativas como crise, inflação, recessão, depressão, quebradeira etc. Inclusive, não seria insensato, hoje, se medir a qualidade de vida de um país pelo tanto de vezes que o nome de um economista é pronunciado nos jornais. Um tipo de índice que prognosticaria: quanto mais se entrevista economistas, pior está o país. Agourento, o economista é tido como uma figura sinistra.

O economista já foi julgado e condenado mil vezes mil vezes por causa de algum plano malfadado ou pelo “simples” motivo de ter mandado confiscar algumas poupanças. Ele é apontado, não raramente, como defensor de políticas econômicas restritivas ou como protetor dos fortes e “opressores” capitalistas. Diz-se pelo mundo que o economista não pensa no social. Que não está aberto para negociação com os movimentos sociais. Que não liga para o meio-ambiente, onde sobrevivem felizes os micos-leões-dourados, as baleias-jubarte e os índios caiapós. Que o economista está sempre pessimista frente às novidades que ferem a sua ortodoxia. Que o economista é um desumano.

Aos cinqüenta e oito anos de profissão, e duzentos e cinqüenta de ciência, o economista ainda não aprendeu a ser benevolente frente a tanta ingratidão. Ainda bem. Deixada às moscas, a sociedade já teria sucumbido às mais intensas guerras e ao espírito irracional do “é meu!”. Sim, porque é o economista que mostra que, face à escassez de recursos, as escolhas são difíceis, que existem oportunidades e seus respectivos custos. É o economista que apresenta à sociedade, aos empresários e aos políticos a idéia mais racional de suas escolhas, que não se resume em suas preferências – que levaria à conflagração brutal –, mas também, e especialmente, em suas restrições orçamentárias. O economista, na verdade, é a virtude e a sociedade sem ele, como diria Nietzsche, seria “a calamidade”.

Pode-se dizer que o economista, como naquela música do Cazuza, vai sobrevivendo, sem um arranhão, da caridade de quem lhe detesta. Isso porque ele é obrigado a lembrar todos os dias ao seu empregador – seja governo ou empresa – que o mundo não flui em leite e mel. Sociólogos podem dizer “coitadinhos dos pobres”, juristas podem indagar “cadê o direito dos pobres” e historiadores podem exclamar “os pobres se dão mal na luta de classes, são oprimidos”. Mas o economista não, ele precisa formular mecanismos, dentro do sistema e da democracia, para que a distribuição de renda seja melhorada e para que haja maiores oportunidades de ascensão. O economista tem que medir o uso dos quatro elementos da natureza, equacionando-os ao uso do capital e da mão-de-obra, e ainda, por fim, tem que medir o impacto disso micro e macroeconomicamente. Ufa!

E dizem que o economista é desumano. Desumana é a inflação, o maior imposto que o pobre poderia pagar pelo seu alimento, pois disso não há contrapartida, somente corrosão do poder de compra do seu salário. É bom lembrar como, nos anos 1990 – depois de uma década perdida, envolta em crise fiscal, com dívida externa na hora da morte e super-ultra-mega-inflação –, uns economistas planejaram e ajudaram a implantar um bem-sucedido plano de estabilização que até hoje mantém as bases do sistema brasileiro. Ruim é escutar, hoje, o cancã cantar: “mas esses economistas só pensam em estabilidade?”. Pior é ver o economista, que poderia ficar indiferente à vozearia, responder: “não, meu filho, pensamos nos ganhos e nas perdas da sociedade!”. A profissão do economista não é a de ser mãe, mas, mesmo assim, ele padece no paraíso.

Sair da armadilha de uma inflação super-indexada e, ao mesmo tempo, instituir um plano de estabilização monetária, é somente um dos exemplos clássicos da importância do economista para a sociedade. O economista calcula tudo e sua formação filosófica, ética, matemática, teórica e trans-disciplinar, o coloca em situação privilegiada entre os outros profissionais, podendo flexibilizar-se entre a consultoria e auditoria de empresas e a tecnoburocracia do setor público, podendo também se especializar em projetos de viabilidade econômico-financeira e ministrar aulas e pesquisas nas faculdades. Além do quê, sua fertilidade de idéias ganha dimensões práticas muito mais sofisticadas e avançadas que a materialidade das teorias conservadoras dos administradores-robozinhos. Não preciso dizer, o economista é um provocador.

Por fim, o economista ainda tem tempo para escrever sobre suas experiências e seus sutis pensamentos, transmitindo informações importantes a outros economistas e outros interessados, quando poderia estar escrevendo seu testamento (já que tantos querem matá-lo). E, pelos bares e becos, afirmam ainda que ele é um pessimista. Que nada, o economista, como está sempre em busca de soluções para as incongruências do sistema, dos setores e das organizações, se mostra um otimista em relação ao futuro da sociedade e ao próprio futuro. Ele sabe que é insubstituível como profissional e, está cada vez mais claro, como pensador desta área das ciências sociais. Na verdade, o economista não se acha, ele é.
_________________________________________
Everaldo Leite é economista e consultor.

Fonte: http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1838&Itemid=1

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Os próximos líderes latino-americanos

Eles serão menos hostis em relação ao Ocidente e menos desestabilizadores

Alexandre Marinis

Graças a Chávez, o hemisfério sofrerá com o declínio econômico que normalmente segue-se à estatização

O mundo deveria aguardar ansioso pela próxima geração de líderes latino-americanos. Eles serão menos hostis em relação ao Ocidente e menos inclinados a desestabilizar seus vizinhos. Os atuais líderes da região formaram suas visões políticas lá nos anos 60 e 70, quando os Estados Unidos apoiavam golpes militares para evitar a disseminação do comunismo além das fronteiras de Cuba.

A má vontade gerada pela política dos EUA reverbera hoje entre os líderes políticos na América do Sul e Central, mesmo com a Guerra Fria tendo acabado há 20 anos e os EUA estando centrados no Oriente Médio e Ásia, mais ou menos deixando a região tomar conta de si.

Os futuros líderes da América Latina cresceram vendo o muro de Berlim cair na TV e celebrando o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês). Conhecem um EUA diferente, que não precisa mais intrometer-se nos assuntos da região para certificar-se de que o capitalismo prevalecerá sobre o comunismo.

Em seu livro "Os Ciclos da História Americana", de 1986, Arthur M. Schlesinger Jr. - ex-auxiliar do presidente John F. Kennedy, contrário à invasão da Baía dos Porcos, em Cuba - afirma que a história dos EUA vive ciclos de 30 anos, entre o interesse privado e o propósito público, o livre mercado e o governo ativista, o capitalismo e a democracia, republicanos e democratas.

Hoje, com a crise financeira mundial fazendo o pêndulo da história afastar-se dos mercados excessivamente desregulados e oscilar em direção aos braços de um governo maior e do capitalismo keynesiano, vale à pena revisitar a ideia de Schlesinger a partir de uma perspectiva internacional.

Uma de suas notáveis ideias reveladoras é que as gerações são delineadas por eventos históricos cruciais que acontecem enquanto os adultos jovens adquirem sua consciência ou identidade política. Esses eventos, que moldam corações e mentes, proporcionam uma visão de mundo que as pessoas compartilharão por toda a vida.

Para os líderes na América Latina, esses eventos-chave incluíram a luta contra regimes militares opressores apoiados por um Tio Sam imperialista. Agarrados ao passado, eles aferram-se à única exigência com a qual conseguem concordar - o fim do embargo de Washington a Cuba -, enquanto assuntos críticos permanecem negligenciados. Deveriam preocupar-se, por exemplo, com as consequências políticas e econômicas que o sentimento neopopulista do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, cultiva por toda a América do Sul e Central. Mesmo moderados respeitados, como os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Chile, Michelle Bachelet, deixam de criticar Chávez por alimentar as flamas da tensão e discórdia na região.

Contando com petrodólares e uma força militar poderosa, a autoproclamada revolução socialista de Chávez influenciou o recente golpe de Estado em Honduras e a remilitarização da região, incluindo o conflito entre Colômbia e Equador em 2008, que quase terminou em guerra. E, graças a Chávez, o hemisfério sofrerá com o declínio econômico que normalmente segue-se à estatização de empresas privadas confiscadas, com o prolongamento excessivo dos mandatos presidenciais desfrutado apenas por ditadores e com a restrição da liberdade de imprensa.

A liderança de Chávez se fortalece em função do vácuo político deixado pelo Brasil, maior país da região. Mesmo com seus discursos apaixonados, Lula não pronunciou uma palavra sequer sobre as crescentes evidências de que Chávez teria fornecido armamentos às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), grupo terrorista envolvido com os barões das drogas. Lula também não respondeu às crescentes evidências de que Chávez financiou, de forma ilegal, campanhas políticas na Argentina e Equador, entre outros lugares. Em 2002, documentos da Abin, o serviço nacional de inteligência brasileiro, sugeriram que o Partido dos Trabalhadores, de Lula, poderia ter recebido US$ 5 milhões das Farc. As acusações nunca foram provadas. Na semana passada, Lula disse estar preocupado com o plano do governo da Colômbia de dar acesso aos EUA a sete bases militares para operações contra traficantes de drogas ilegais e os guerrilheiros das Farc. Lula parece concordar com Chávez, que vê o acordo entre Colômbia e EUA como uma "agressão" que deve ser contida com a compra de "vários batalhões" de tanques de fabricação russa.

Lula, contudo, não se opôs ao exercício naval conjunto promovido por Venezuela e Rússia em 2008, que envolveu 16 navios de guerra e 1,6 mil marinheiros russos no Caribe. Durante o exercício, um destróier tornou-se o primeiro navio de guerra russo a cruzar o canal do Panamá desde a Segunda Guerra Mundial. Lula e outros líderes latino-americanos, portanto, parecem ter dois pesos e duas medidas no que se refere a ações militares.

E isso não é nada comparado a Daniel Ortega, da Nicarágua, que acusou as agências de inteligências dos EUA, agindo sem aval do presidente Barack Obama, de terem planejado o golpe que depôs o presidente Manuel Zelaya, de Honduras, em junho. Ortega, claro, não observou a intervenção dos EUA apenas como um jovem na América Latina. Ele liderou o governo sandinista na batalha contra os rebeldes financiados pelos EUA nos anos 80.

"O continente precisa deixar o antiamericanismo para trás, um sinal de imaturidade em minha visão", disse o vice-ministro de Defesa da Colômbia, Sergio Jaramillo, em entrevista ao jornal brasileiro "O Estado de S.Paulo". Jaramillo, de 42 anos, soa mais razoável do que líderes latino-americanos mais experientes. Sua visão de mundo foi formada enquanto estudou no Canadá, Inglaterra, França e Alemanha no fim da década de 80 e início da de 90, quando a Guerra Fria já acabava.

As teorias de Schlesinger merecem ser revisitadas. Explicam o que ocorre no mundo de hoje e como a América Latina mudará para melhor quando as gerações futuras assumirem o controle.

Alexandre Marinis é colunista da "Bloomberg News".


Fonte:http://www.portaldoeconomista.org.br/noticias/os-proximos-lideres-latino-americanos.html

Parabéns Economistas e alunos de Economia!!!


O Centro Acadêmico de Economia da UFOP parabeniza todos os Economistas e futuros Economistas pelo nosso dia!. Um abraço especial para os nossos professores Economistas, que vêm nos passando os seus conhecimentos e as suas experiências, para que, quando formarmos, possamos aplicar todo esse aprendizado nas diferentes áreas da Economia, e assim, colaborar de forma direta para um Brasil melhor!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Artigo: Ser Economista

Por João de Alcântara Lopes (*)

No próximo dia 13, quinta feira, será comemorado o dia do economista, data consagrada pela categoria por ter sido regulamentada, no dia de agosto de 1951 a profissão de economista no Brasil, por meio da Lei n° 1.411. Por isso o dia 13 de agosto foi consagrado como o Dia do Economista.

O economista é um profissional que se dedica ao estudo e análise das causas, efeitos e consequências dos fenômenos sociais, nos aspectos estruturais e conjunturais, formulando, por conseguinte, diretrizes e planos relacionados à atuação dos agentes econômicos do setor público e do setor privado em suas diversas modalidades e matizes.

O economista é esse profissional que está atento às mudanças e tendências dos panoramas e cenários econômicos, no sentido de programar, reprogramar e buscar corrigir distorsões e desvios de rumo para a consecução dos objetivos desejados.

Sentimos muito orgulho de pertencer a uma categoria de profissionais que luta constante em busca de soluções adequadas para os problemas econômicos e sociais que afligem diuturnamente a sociedade brasileira. Que está sempre presente, atuante, procurando encontrar os meios mais eficazes de solucionar esses problemas. Que busca mostrar à sociedade um caminho mais seguro e eficaz que atenda aos seus anseios de uma vida mais saudável e feliz no presente, e mostre no horizonte o cenário de um futuro mais próspero, com a esperança de realização de ações que propiciem a esta Nação dias melhores e à sociedade melhores condições de qualidade de vida e de cidadania plena.

Neste dia, Dia do Economista, conclamo todos os colegas economistas a refletir sobre sua grande responsabilidade e importância para com o desenvolvimento de nosso País, pelo seu preparo e conhecimentos adquiridos (tanto nos bancos das universidades, como no campo profissional) ao longo do tempo de suas atividades, vivências e experiências profissionais. Convido a perguntar-se o que realmente tem feito ou o que pode fazer ainda mais para ajudar esta grande Nação a sair do marasmo do subdensenvolvimento e partir para um desenvolvimento sustentável, saudável e perene.

Somos um País de grande potencial, com enorme probabilidade de se tornar (num futuro não muito distante) uma das maiores potências econômicas do planeta. Pelas suas abundantes riquezas minerais, terras agricultáveis à vontade (produzindo alimentos para o consumo interno e abastecendo os celeiros mundiais), fontes de energia renovável (biocombustíveis); e pelo espírito empreendedor do empresariado brasileiro, que não mede esforços para a realização do grande desafio do desenvolvimento industrial, principal responsável pelo crescimento econômico dos últimos tempos, e de um povo que tem partilhado dos bons e maus momentos desta Nação com coragem, determinação e perseverança, não abandonando jamais os seus deveres e obrigações como cidadãos e pais de família, que estão sempre de prontidão para enfrentar os revezes da vida e continuar a luta do dia-a-dia.

Ser economista é, acima de tudo, uma missão, um “sacerdócio” adotado para trilhar uma filosofia de vida voltada a promover o bem-estar da humanidade, pela sua preocupação em propiciar os meios mais saudáveis de conquista de uma vida digna e feliz.

Assim, caros colegas economistas, a hora é esta, não vamos cruzar os braços diante dos desafios e obstáculos que se nos apresentam à nossa frente diuturnamente; façamos acontecer as mudanças necessárias para impulsionar o desenvolvimento desta grande nação; estejamos sempre unidos e atentos, pois a união faz a força propulsora para a consecução dos nossos objetivos.
Não nos dispersemos, não deixemos o barco passar, não vamos perder o trem da história.

Finalizando, cito mais uma vez a sabedoria de um provérbio chinês: “Há quatro coisas que não voltam atrás: A flecha lançada, a palavra proferida, a oportunidade perdida e o tempo passado”.

(*) Conselheiro do CORECON-GO e consultor.

Fonte: http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1832&Itemid=1

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

UFOP adia aulas do segundo semestre para ações de prevenção ao vírus H1N1

A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) transferiu para o próximo dia 17 de agosto o início das aulas do segundo semestre letivo. As aulas teriam início na próxima segunda-feira, 10 de agosto.

Nesse período, docentes, técnicos e alunos participantes de projetos da área de saúde serão treinados e orientados para tomarem medidas para prevenir a infecção do vírus H1N1, conhecido popularmente como gripe suína. Além disso, durante essa semana a UFOP fará adequações na sua infraestrutura visando dar suporte a toda a comunidade acadêmica.

Confira a nota do Reitor, João Luiz Martins quanto a esse adiamento.

NOTA SOBRE ADIAMENTO DO INÍCIO DAS AULAS
A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) decidiu nesta quinta-feira, 6 de agosto, adiar o retorno das aulas para o próximo 17 de agosto. O objetivo desta medida é estruturar ações na busca de minimizar os riscos de transmissão do vírus influenza A H1N1 dentro da Instituição.

Com o adiamento das aulas por uma semana os professores, profissionais técnicos administrativos e alunos envolvidos com projetos da área da saúde poderão discutir as ações de prevenção que estão em implementação e garantir que as estratégias estabelecidas para o atendimento de possíveis casos sejam eficientes.

Esta decisão foi tomada após análises internas e a partir de recomendações de profissionais de diversas áreas tendo como parâmetros as orientações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial (OMS) e das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde.

Informamos que a busca é na manutenção das atividades em um clima de tranqüilidade e segurança para todos. Para isso, estão em produção uma série de materiais informativos e adequações na infraestrutura da Universidade com o intuito de dar suporte à comunidade acadêmica da forma mais ampla possível.

Chamamos a atenção para a necessidade de manter as medidas de higiene, como lavar as mãos com frequência e cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirrar. No caso de pessoas com sintomas de gripe, a recomendação é buscar auxílio médico.

Os docentes e técnicos administrativos que se encontram em férias terão o retorno às suas atividades no dia 10 de agosto, como previsto, para participação em treinamento e outras orientações.

Aos alunos que fazem parte de projetos ligados à área da saúde e demais interessados solicitamos que se apresentem para integrar uma força-tarefa na disseminação das informações de prevenção contra o vírus.

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) já tem uma proposta de adequação do Calendário Acadêmico que será apresentada ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) para apreciação

Com a certeza de um semestre produtivo à frente, desejamos aos nossos alunos um bom retorno às suas atividades no dia 17 de agosto.

João Luiz Martins
Reitor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Fonte: http://www.ufop.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5622&Itemid=196